domingo, 4 de julho de 2010

Aqui na Lua, as cabeças se acotovelam num headbanguer de nona sinfonia de luidwing van. Talvez isso seja o que chamam de céu. Tudo é meio céu, tudo tem o pé no inferno, tudo balança como um barco ébrio de Rimbaud. Tanto faz. É só para saber crer que o céu é a ternura que faz par com a travessura.

Um comentário:

Renato Rodrigues da Silva disse...

Tem coisa pior do que ser acordado aos berros as seis e quarenta e sete da manhã em pleno domingo?
do céu ao inferno em pequenas sílabas extensas. O fim do meu momento de ternura se foi devido a um ato de travessura.
Graziela Morena Nunes, pra que rumo fica a Lua?